quinta-feira, 16 de agosto de 2012

A águia e a galinha.



"Vou relatar uma breve história que achei muito interessante, que nos foi contada (lida) para nós, pela professora na aula de terça na disciplina de "Leitura, produção e revisão de textos."
Bom, um camponês saiu pela floresta e encontrou um filhote de águia, pegou-a, levou ela para a fazenda e começou a criá-la como galinha.
Os anos passaram a águia ficou grande com suas asas de quase três metros de extensão, mas estava ali ciscando entre as galinhas como se fosse uma.
Um dia o camponês recebeu a visita de um naturalista, que viu aquela cena e disse: este animal não é uma galinha, é uma águia. E o camponês disse é uma galinha. O naturalista insistiu, não este animal é uma águia e seu lugar é no céu voando imponente, como é de sua natureza. E eu vou fazer ela voar.
O camponês riu e disse: ela é uma galinha.
No outro dia acordaram bem cedo, pegaram a águia e foram para o campo. O naturalista botou a águia no seu braço, levantou bem alto, para o lado do sol, mostrou-lhe o horizonte e disse para a águia: voa que é de tua natureza. A águia olhou para o céu, olhou para as galinhas ciscando no chão, e desceu, voltando a ciscar com as galinhas. O camponês olhou para o ambientalista riu e disse, e falei que ela é uma galinha. O ambientalista não conformado disse, amanhã vou fazer ela voar.
No outro dia pegaram a águia subiram no lugar mais alto da casa, e o ambientalista repetiu o que tinha feito no dia anterior, e a águia também. O camponês riu e disse: eu falei que ela é galinha.
Não conformado o ambientalista disse, amanhã vou provar que ela é uma águia e vou fazer ela voar.
Pela manhã saíram bem cedo, foram para uma montanha bem alta onde o sol aparecia com o seu vigor. O ambientalista pegou a águia, botou no braço, mostrou-lhe a força do sol, a vastidão do horizonte e disse para a águia voa, você pertence ao céu e não a terra. A águia olhou para o céu, para o horizonte, começou a tremer, grosnar...e começou a voar soberana cada vez mais alto até confundir-se com o azul do firmamento. 
O texto original não é assim, mas o autor termina com as seguintes palavras.
Nós fomos criados à imagem e semelhança de DEUS! Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos. Voemos como as águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar."
                                              Leonado Boff.
Eu tirei uma conclusão neste texto, devemos nos manter com os pés no chão como galinhas, com serenidade, e saber que estamos rodeados de raposas. Quando elas chegarem devemos voar como águias, ir além, termos nossos sonhos, e irmos atrás dos nossos objetivos.

ATÉ A PRÓXIMA. UM ABRAÇO!


               



quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Eu vou passar por este pântano...



"Quando o espírito não consegue expurgar todo o conteúdo venenoso do seu perispírito numa só existência física, ele desperta no Além sobrecarregado de magnetismo primário, denso e hostil. Em tal caso, devido à própria "lei dos pesos específicos", ele cai nas zonas astralinas pantanosas, ou seja, no reservatório oculto das forças instintivas responsáveis pela vida animal. Depois de atraído para esses pântanos do astral inferior, onde predominam em continua ebulição as energias primárias criadoras do corpo animal, ele é submetido à terapêutica obrigatória de purgação no lodo absorvente, embora tal processo lhes seja incômodo, doloroso e repugnante. Sob esse tratamento cáustico da lama astralina absorvente, eles se libertam, pouco a pouco, das excrescências, nódoas, venenos e das "crostas fluídicas" que nasceram no seu tecido perispiritual por efeito dos seus atos pecaminosos vividos na matéria. Embora sofram muitíssimo nos charcos astralinos, isso os alivia da carga mefítica acumulada na Terra, assim como o seu psiquismo enfermo, depois de chicoteado pela dor cruciante, desperta e corrige-se para viver existências futuras mais educativas ou menos animalizadas. Tanto a Terra quanto o mundo astral que a rodeia e a interpenetra por todos os poros, são palcos de redenção espiritual para os espíritos enfermos livrarem-se dos detritos mórbidos produzidos pelas suas imprudências pecaminosas. Os charcos do astral inferior lembram os recursos de que se servem alguns institutos de beleza, na Terra, quando também usam a lama terapêutica para limpar a pele das mulheres e remover-lhes certas nódoas ou manchas antiestéticas. Há, também, certa analogia desses pântanos astralinos com a natureza absorvente de um tipo de barro e de areia terrena, que habitualmente são usados no processo de imersão dos enfermos para o tratamento do reumatismo."  Ramatís

sábado, 11 de agosto de 2012

Finalmente consegui quebrar mais uma barreira.


Olá pessoal hj é um dia especial pra mim, estou muito feliz, afinal de contas depois de quase dois anos em pé ( dia 04/09/12) , fazem dois anos limpo, consegui quebrar uma das barreira que um DQ, aos poucos tem que começar a se libertar. Estou aqui curtindo um Titãs e pensando como vou escrever. Vou começar assim desde que sai da C.T., só havia saído com a minha esposa para ir ao cinema, ou comer alguma coisa fora, ou com familiares, e na casa de familiares em aniversários, ou alguma janta, coisas do tipo. 
Esta semana entrei em contato com uns amigos de adolescência, que estão casados também e combinamos de fazermos um churrasco na casa de um deles ontem a noite. Pra mim na verdade eram duas barreiras porque estas pessoas gostavam muito de mim, mas por causa da minha doença estavam se afastando de mim, "ou melhor eu estava me afastando deles", e seria a primeira vez que eu sairia com a minha esposa depois do início da minha recuperação, ela iria conhecer os meus amigos, e claro haveria cerveja no churrasco. Mas foi ótimo todos me receberam muito bem, não teve nenhum engraçadinho que me ofereceu cerveja, e dava pra ver a felicidade das pessoas em me verem bem. Eu e minha esposa tomamos refri não sei se alguém mais tomou poque eu não fiquei cuidando, "aliás desde que eu comecei a fazer o meu tratamento a minha esposa também nunca mais bebeu". Enfim foi muito bom, rever velhos amigos, saber que estão todos bem, que eu posso ter amigos que me respeitam, que eu posso me divertir sem estar louco. Só mais uma coisa, esse respeito foi eu quem adquiriu novamente, porque eu resolvi mudar a minha vida, e estas pessoas que estavam lá ontem, quando me viam naquele estado deplorável ficavam tristes, e ontem eu consegui depois de dois anos superar a dificuldade de participar de um churrasco onde eu sabia que haveria álcool, mas principalmente algumas pessoas que eu decepcionei. Só uma dica que a maioria de vcs já sabem, "não adianta fazer as mesmas coisas esperando resultados diferentes." Graças ao meu Poder Superior, e a minha boa vontade mais um dia limpo. O QUE EU QUERO PRA MIM EU DESEJO PRA TODOS VCS, MAIS 24HS LIMPAS E O ENCONTRO CONSIGO MESMO. UM ABRAÇO!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O HOMEM VALE PELA SUA OBRA.



"O homem vale pela sua obra e não pela sua crença! Não é a convicção religiosa o que lhe afiança a graduação espiritual; mas, sim, o amor que transborda de si em favor do próximo! Os homens religiosos, sejam católicos, protestantes, espíritas, umbandistas, rosacrucianos, teosofistas, budistas, iogas ou iniciados, mesmo quando cumprem rigorosamente as regras esotéricas ou postulados litúrgicos, aind
a podem ser apenas autômatos a cumprir obrigações e disciplinas, em "horas especiais" ou "momentos religiosos", no ambiente venerável dos templos, das igrejas ou das instituições espiritualistas. O ateu, embora descrente de Deus, se vive dignamente no mundo profano, a sua função de esposo, pai, irmão, filho ou cidadão, é sempre superior ao religioso ou espiritualista, que se comporta bem no "mundo sagrado" dos templos, mas falseia no "mundo profano" da vida cotidiana!"
 —  Ramatís