sábado, 18 de agosto de 2012

Estigma.


Vejam só como são as coisas, hj peguei o ônibus e fui pensando em recuperação, co-dependência, como anda a minha vida, o meu casamento, aliás penso nisso diariamente, pq busco melhorar dia a dia, e a coisa mais certa do mundo sozinho eu não consigo. Para a minha surpresa minha esposa me ligou dizendo que havia postado sobre co-dependência, e eu disse que estava pensando em postar alguma coisa sobre isso, bom estou fazendo no blog dela, hehehehehhe.
Eu demorei muito tempo até achar o meu caminho, mas vou ser breve agora. O dependente só vai parar quando quiser, e parar de culpar o mundo pelos seus fracassos, e aceitar sua doença, quando alguns pais pararem de se sentirem culpados pela doença do filho e fazerem tudo o que ele quer. O cara vai se interna em uma C.T, fica nove meses passando mal, é pq quer se reabilitar imagino eu. Depois vem pra rua e ele mesmo fica se colocando estigma de dependente, fica com vergonha pq era usuário, tinha que ter vergonha antes quando usava,mas é uma doença o cara está insano. Se libertou das drogas mas não se libertou do rótulo, sai na rua e acha que todo mundo sabe que ele foi usuário, pessoas que nunca viram ele na vida, não sai pra procurar emprego, fica naquela vidinha, e o que acontece? Recai.
O cara nunca vai conseguir se livrar do passado, mas vai ter que aprender a conviver com ele, e saber que apesar de muitas pessoas não usarem drogas o caráter delas não existe. Como eu já disse antes, o cara tem que ser muito louco, pra viver de cara neste mundo.
TE AMO MUITO MINHA pequeninha, e ME PERDOA POR TE ENVOLVER NISSO E TE FAZER UMA PESSOA CO-DEPENDENTE.

EXISTE 12º PASSO MELHOR, DO QUE AS PESSOAS ME VEREM DE CARA, E VEREM QUE FUNCIONA

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

A águia e a galinha.



"Vou relatar uma breve história que achei muito interessante, que nos foi contada (lida) para nós, pela professora na aula de terça na disciplina de "Leitura, produção e revisão de textos."
Bom, um camponês saiu pela floresta e encontrou um filhote de águia, pegou-a, levou ela para a fazenda e começou a criá-la como galinha.
Os anos passaram a águia ficou grande com suas asas de quase três metros de extensão, mas estava ali ciscando entre as galinhas como se fosse uma.
Um dia o camponês recebeu a visita de um naturalista, que viu aquela cena e disse: este animal não é uma galinha, é uma águia. E o camponês disse é uma galinha. O naturalista insistiu, não este animal é uma águia e seu lugar é no céu voando imponente, como é de sua natureza. E eu vou fazer ela voar.
O camponês riu e disse: ela é uma galinha.
No outro dia acordaram bem cedo, pegaram a águia e foram para o campo. O naturalista botou a águia no seu braço, levantou bem alto, para o lado do sol, mostrou-lhe o horizonte e disse para a águia: voa que é de tua natureza. A águia olhou para o céu, olhou para as galinhas ciscando no chão, e desceu, voltando a ciscar com as galinhas. O camponês olhou para o ambientalista riu e disse, e falei que ela é uma galinha. O ambientalista não conformado disse, amanhã vou fazer ela voar.
No outro dia pegaram a águia subiram no lugar mais alto da casa, e o ambientalista repetiu o que tinha feito no dia anterior, e a águia também. O camponês riu e disse: eu falei que ela é galinha.
Não conformado o ambientalista disse, amanhã vou provar que ela é uma águia e vou fazer ela voar.
Pela manhã saíram bem cedo, foram para uma montanha bem alta onde o sol aparecia com o seu vigor. O ambientalista pegou a águia, botou no braço, mostrou-lhe a força do sol, a vastidão do horizonte e disse para a águia voa, você pertence ao céu e não a terra. A águia olhou para o céu, para o horizonte, começou a tremer, grosnar...e começou a voar soberana cada vez mais alto até confundir-se com o azul do firmamento. 
O texto original não é assim, mas o autor termina com as seguintes palavras.
Nós fomos criados à imagem e semelhança de DEUS! Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos. Voemos como as águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar."
                                              Leonado Boff.
Eu tirei uma conclusão neste texto, devemos nos manter com os pés no chão como galinhas, com serenidade, e saber que estamos rodeados de raposas. Quando elas chegarem devemos voar como águias, ir além, termos nossos sonhos, e irmos atrás dos nossos objetivos.

ATÉ A PRÓXIMA. UM ABRAÇO!


               



quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Eu vou passar por este pântano...



"Quando o espírito não consegue expurgar todo o conteúdo venenoso do seu perispírito numa só existência física, ele desperta no Além sobrecarregado de magnetismo primário, denso e hostil. Em tal caso, devido à própria "lei dos pesos específicos", ele cai nas zonas astralinas pantanosas, ou seja, no reservatório oculto das forças instintivas responsáveis pela vida animal. Depois de atraído para esses pântanos do astral inferior, onde predominam em continua ebulição as energias primárias criadoras do corpo animal, ele é submetido à terapêutica obrigatória de purgação no lodo absorvente, embora tal processo lhes seja incômodo, doloroso e repugnante. Sob esse tratamento cáustico da lama astralina absorvente, eles se libertam, pouco a pouco, das excrescências, nódoas, venenos e das "crostas fluídicas" que nasceram no seu tecido perispiritual por efeito dos seus atos pecaminosos vividos na matéria. Embora sofram muitíssimo nos charcos astralinos, isso os alivia da carga mefítica acumulada na Terra, assim como o seu psiquismo enfermo, depois de chicoteado pela dor cruciante, desperta e corrige-se para viver existências futuras mais educativas ou menos animalizadas. Tanto a Terra quanto o mundo astral que a rodeia e a interpenetra por todos os poros, são palcos de redenção espiritual para os espíritos enfermos livrarem-se dos detritos mórbidos produzidos pelas suas imprudências pecaminosas. Os charcos do astral inferior lembram os recursos de que se servem alguns institutos de beleza, na Terra, quando também usam a lama terapêutica para limpar a pele das mulheres e remover-lhes certas nódoas ou manchas antiestéticas. Há, também, certa analogia desses pântanos astralinos com a natureza absorvente de um tipo de barro e de areia terrena, que habitualmente são usados no processo de imersão dos enfermos para o tratamento do reumatismo."  Ramatís